Visão Geral
A universidade oferece muito mais do que disciplinas e provas. Para além da sala de aula, existe um ecossistema de atividades que formam o engenheiro de forma completa: a pesquisa científica, a extensão comunitária, a vivência em empresas e competições, os intercâmbios, e muito mais.
As principais dimensões da vida universitária são:
- Iniciação científica – Pesquisa e Descoberta
- Extensão – Impacto Comunitário
- Monitoria – Ensinar e Aprender
- Eventos Técnicos – Redes e Atualização
- Intercâmbio – Experiência Global
- Grupos de Competição – Desafio & Trabalho em Equipe
- Estágio – Experiência Profissional de Mercado
- Empresa Júnior – Empreendedorismo Real
- Trabalho de Conclusão de Curso – O Grande Projeto Final
Nesta atividade, cada grupo irá explorar uma dessas dimensões da vida universitária, apresentando o que é, como funciona, como um estudante de Engenharia Mecatrônica pode se envolver, e quais habilidades e experiências essa dimensão desenvolve. Mais do que pesquisar em sites e artigos, vocês irão conversar diretamente com alguém que já está vivendo isso — um veterano do curso — e trazer essa experiência real para a sala de aula.
O objetivo é simples: ao final das apresentações, cada calouro deve sair com um mapa mais claro das possibilidades que tem pela frente nos próximos anos.
Entregáveis (todos os grupos)
1. Apresentação oral (~15 minutos)
A apresentação deve cobrir obrigatoriamente:
- O que é — definição e propósito da dimensão
- Como funciona na prática — etapas, processos, requisitos de participação
- Habilidades e aprendizados — o que essa experiência desenvolve no estudante
- Como entrar — caminhos concretos para um discente começar a se envolver
- Bloco da entrevista — relato estruturado da conversa com o veterano (ver detalhes abaixo)
- Mensagem final — o que o grupo ficou com vontade de fazer depois de pesquisar sobre o tema
Participação: Todos os membros do grupo devem falar durante a apresentação. A distribuição das partes fica a critério do grupo.
Bloco da Entrevista
Este momento da apresentação deve incluir:
- Quem é o entrevistado: nome, período do curso, e há quanto tempo está envolvido com a dimensão
- O que ele(a) faz: descrição do projeto, equipe, empresa ou atividade em que participa
- Motivação e trajetória: como e por que entrou nessa atividade
- Aprendizados e desafios: o que a experiência está ensinando e o que é difícil
- Conselho para calouros: o que ele(a) diria para quem está chegando agora
Se o entrevistado topar participar presencialmente da apresentação (mesmo que só por alguns minutos), melhor ainda — mas não é obrigatório.
2. Infográfico
Cada grupo deve produzir um resumo visual de uma página A4, estilo infográfico simples, que responda às seguintes perguntas de forma visual e direta:
- O que é essa dimensão?
- Quais habilidades ela desenvolve?
- Como entrar?
- Um dado ou fato marcante sobre o tema
O infográfico pode ser feito em qualquer ferramenta digital (Canva, PowerPoint) e será enviado pelo Campus Virtual.
Critérios de Avaliação
| Critério | Descrição | Peso |
|---|---|---|
| Conteúdo | A dimensão foi explicada de forma completa, clara e correta? | 35% |
| Entrevista | O bloco da entrevista foi bem conduzido e apresentado? Trouxe profundidade real ao tema? | 30% |
| Apresentação | Clareza na fala, organização, tempo respeitado | 20% |
| Participação do grupo | Todos os membros contribuíram ativamente na apresentação oral | 15% |
Orientações Gerais
- Pesquise em fontes confiáveis: sites de universidades, CNPq, CAPES, portais de agências de fomento, páginas de empresas juniores reconhecidas, etc.
- Não copie e cole: o objetivo é que vocês entendam e expliquem com suas próprias palavras
- A entrevista é parte central: não deixe para o final do processo. Entre em contato com o veterano cedo, pois o relato dele vai enriquecer toda a pesquisa
- Respeite o entrevistado: combine com antecedência, seja pontual, e pergunte se ele autoriza ser identificado pelo nome na apresentação
Orientações Específicas por Grupo
Grupo 1 — Iniciação Científica (IC)
O que explorar na apresentação
- O que é pesquisa científica e qual o papel da IC na formação do engenheiro
- Diferença entre IC voluntária e IC com bolsa (PIBIC, FAPEMIG, etc.)
- Como funciona: orientador, projeto de pesquisa, relatórios, apresentação em congressos
- Exemplos de áreas de IC em Engenharia Mecatrônica (robótica, automação, controle, etc.)
- O que o CNPq e a CAPES têm a ver com tudo isso
Exemplos nacionais de referência
- PIBIC/CNPq — Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, presente em quase todas as universidades federais
- FAPEMIG — Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (relevante para alunos da UFSJ)
- Grupos de pesquisa em robótica e automação de ITA, UNICAMP, USP, UFMG
Roteiro de entrevista sugerido
- Em qual projeto de IC você está e com qual professor?
- Como surgiu o interesse e como você entrou no projeto?
- Como é o dia a dia — o que você faz na prática?
- Já apresentou algum trabalho em congresso ou evento? Como foi?
- O que a IC está te ensinando que as disciplinas não ensinam?
- Quando é o melhor momento para um calouro procurar uma IC?
Grupo 2 — Extensão Universitária
O que explorar na apresentação
- O que é extensão e por que ela forma o "terceiro pilar" da universidade (ensino, pesquisa, extensão)
- Tipos de atividades: projetos sociais, cursos oferecidos à comunidade, assessorias técnicas
- A obrigatoriedade de carga horária de extensão nos currículos atuais (Resolução CNE 7/2018)
- Como a extensão conecta o estudante com problemas reais e comunidades
- O que é o PROEXT e outros programas de fomento à extensão
Exemplos nacionais de referência
- Engenheiros Sem Fronteiras — organização estudantil com capítulos em várias universidades
- TECS (Tecnologia e Comunidade) — grupos de extensão em tecnologia voltados para comunidades
- Projetos de automação residencial para pessoas com deficiência realizados por extensão em UFMG, UFV, etc.
Roteiro de entrevista sugerido
- Em qual projeto de extensão você participa e qual é o objetivo dele?
- Qual comunidade ou público é atendido pelo projeto?
- Como você entrou e o que te motivou?
- Qual foi a situação mais marcante que você viveu no projeto?
- O que você aprende de diferente em extensão, comparado com as aulas?
- Como um calouro pode encontrar projetos de extensão para participar?
Grupo 3 — Monitoria
O que explorar na apresentação
- O que é monitoria e qual o papel do monitor (não é professor, mas não é só colega)
- Como funciona a seleção de monitores na universidade
- Monitoria remunerada vs. voluntária
- Habilidades desenvolvidas: comunicação, domínio de conteúdo, empatia, organização
- Como a monitoria pode ser estratégica para quem pensa em seguir carreira acadêmica ou em docência
Exemplos e referências
- Regulamento de monitoria da UFSJ (vale a pena consultar e citar)
- Relatos de como monitores de cálculo, física e programação impactam positivamente os calouros
Roteiro de entrevista sugerido
- Em qual disciplina você é monitor e há quanto tempo?
- O que te motivou a se tornar monitor?
- Como é uma semana típica de monitoria — o que você faz na prática?
- Qual é o maior desafio de ser monitor?
- O que você acha que aprendeu sendo monitor que não aprenderia só sendo aluno?
- Você recomenda a monitoria para quem ainda está nos primeiros períodos? Por quê?
Grupo 4 — Eventos Técnicos
O que explorar na apresentação
- Tipos de eventos: congressos científicos, hackathons, semanas acadêmicas, feiras de inovação, visitas técnicas
- A diferença entre participar e apresentar em um evento — ambas têm valor
- Principais eventos da área de Engenharia e Mecatrônica no Brasil
- Como um evento pode abrir portas: networking, referências, oportunidades de estágio e pesquisa
- O que é o Currículo Lattes e por que eventos já começam a compor o histórico profissional
Exemplos nacionais de referência
- COBEM — Congresso Brasileiro de Engenharia Mecânica
- SBA — Simpósio Brasileiro de Automação Inteligente
- CONEMI — Congresso Nacional de Engenharia Mecatrônica
- Semana da Engenharia da UFSJ (se houver — vale verificar)
- Hackathons organizados por empresas como Embraer, Bosch, WEG
Roteiro de entrevista sugerido
- Quais eventos técnicos você já participou durante o curso?
- Como foi sua primeira vez em um evento — você foi sozinho ou com grupo?
- Já apresentou algum trabalho? Como foi a experiência de preparar e apresentar?
- O que você ganhou (conhecimento, contatos, oportunidades) ao participar de eventos?
- Como você fica sabendo dos eventos que acontecem na sua área?
- O que você diria para um calouro que nunca foi a um evento técnico?
Grupo 5 — Intercâmbio e Mobilidade Acadêmica
O que explorar na apresentação
- Tipos de mobilidade: intercâmbio internacional, mobilidade nacional (entre universidades brasileiras), dupla titulação
- Principais programas: Ciência Sem Fronteiras (histórico e legado), acordos bilaterais da UFSJ, programas de mobilidade da ANDIFES
- O que acontece com as disciplinas cursadas fora — como funciona o aproveitamento
- Impacto na formação: idiomas, cultura, visão global, autonomia
- Aspectos práticos: custo, bolsas disponíveis, documentação, tempo de planejamento necessário
Exemplos nacionais de referência
- Assessoria para Assuntos Internacionais da UFSJ - Link para o site
- CAPES/FAPEMIG — possíveis fontes de bolsas para mobilidade
- Acordos da UFSJ com universidades portuguesas, francesas e de outros países (vale pesquisar no site da universidade)
Roteiro de entrevista sugerido
- Para onde você foi ou está planejando ir, e por qual programa?
- Como foi o processo de inscrição e preparação?
- O que foi mais difícil de organizar (burocracia, língua, financeiro)?
- O que mudou em você depois da experiência (ou o que você espera que mude)?
- Como ficaram suas disciplinas — atrasou o curso?
- O que um calouro deveria fazer já no primeiro ano para se preparar para um intercâmbio?
Grupo 6 — Grupos de Competição
O que explorar na apresentação
- O que são grupos de competição e como se organizam (time multidisciplinar, divisão de subsistemas, etc.)
- Tipos de competições relevantes para Engenharia Mecatrônica
- Como é o processo de um ano de competição: projeto, construção, testes, viagem para a prova
- Habilidades desenvolvidas: trabalho em equipe, gestão de projeto, prototipagem, resolução de problemas sob pressão
- O custo financeiro e como equipes conseguem patrocínio
Exemplos nacionais de referência
- Baja SAE Brasil — veículo off-road baja, organizado pela SAE Brasil, uma das maiores competições estudantis de engenharia do país
- Fórmula SAE Brasil — carro de competição em escala estudantil
- LARC / CBRC — competições de robótica (Latin American Robotics Competition, Campeonato Brasileiro de Robótica)
- AeroDesign SAE Brasil — projeto e construção de aeronaves em escala reduzida
- Shell Eco-marathon — eficiência energética em veículos
Roteiro de entrevista sugerido
- Em qual equipe de competição você participa e qual é a competição?
- Qual é a sua função dentro da equipe?
- Como é dividida a rotina de trabalho ao longo do ano?
- Qual foi o momento mais intenso ou desafiador que você já viveu na equipe?
- O que a equipe te ensinou que você não aprenderia em nenhuma disciplina?
- O que um calouro precisa saber antes de entrar numa equipe de competição?
Grupo 7 — Estágio
O que explorar na apresentação
- O que é estágio curricular (obrigatório) e estágio não-obrigatório — as diferenças
- Legislação básica: Lei do Estágio (Lei 11.788/2008) — o que ela garante ao estagiário
- A partir de quando é possível estagiar e o que as empresas costumam exigir
- Onde buscar estágios: plataformas (LinkedIn, Vagas.com, Indeed, portais próprios de empresas), CIEE, IEL
- O papel do estágio na decisão de carreira — muitos alunos mudam de área após o primeiro estágio
- Estágio x CLT — diferenças importantes que o estudante precisa conhecer
Exemplos de empresas que costumam contratar mecatrônicos
- WEG, Bosch, Embraer, Fiat/Stellantis, Vale, Siemens, Schneider Electric, startups de automação e robótica
Roteiro de entrevista sugerido
- Onde você está estagiando, em qual área e há quanto tempo?
- Como você conseguiu o estágio — qual foi o processo seletivo?
- O que você faz no dia a dia do estágio?
- O que o estágio te ensina que a universidade não ensina (e vice-versa)?
- O que foi mais difícil de adaptar quando você começou?
- O que você recomenda para um calouro que quer se preparar para conseguir um bom estágio?
Grupo 8 — Empresa Júnior
O que explorar na apresentação
- O que é uma empresa júnior e como ela se diferencia de uma empresa real e de um projeto de extensão
- O movimento empresa júnior no Brasil — o país tem o maior movimento do mundo
- Como as EJs são organizadas: diretoria, projetos, clientes reais, mentoria de professores
- O que é a Brasil Júnior e a federação estadual (Minas Júnior)
- Habilidades desenvolvidas: empreendedorismo, gestão, vendas, execução de projetos, relacionamento com clientes
- Existe (ou existiu) alguma empresa júnior no CAP/UFSJ? Vale pesquisar!
Exemplos nacionais de referência
- Brasil Júnior — confederação nacional que representa mais de 1.000 empresas juniores no Brasil
- Minas Júnior — federação do estado de MG
- Fluxo Jr. (UFV), Aptor (USP), Engetron (UFMG) — exemplos de EJs de engenharia reconhecidas nacionalmente
Roteiro de entrevista sugerido
- Qual é o nome da empresa júnior e em que área ela atua?
- Qual é o seu cargo ou função na EJ?
- Como foi o processo seletivo para entrar?
- Você já trabalhou em algum projeto real com cliente? Como foi essa experiência?
- Qual é a maior diferença entre a empresa júnior e qualquer outra atividade que você já fez na universidade?
- O que você diria para um calouro que está em dúvida se entra ou não numa EJ?
Grupo 9 — Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O que explorar na apresentação
- O que é o TCC e qual o seu papel na formação do engenheiro
- As modalidades mais comuns: projeto de engenharia, artigo científico, protótipo + relatório
- Como funciona o processo: escolha do orientador, proposta, desenvolvimento, banca
- O que torna um bom TCC — originalidade, rigor metodológico, relevância prática
- Como o TCC se conecta com outras dimensões (IC, estágio, grupos de competição podem virar TCC)
- TCCs de Mecatrônica que viraram produtos, startups ou publicações científicas
Exemplos de temas típicos em Mecatrônica
- Sistemas de automação industrial, braços robóticos, veículos autônomos em escala, sistemas de controle, IoT aplicado, próteses mecatrônicas, etc.
Roteiro de entrevista sugerido
- Qual é o tema do seu TCC e com qual professor você está desenvolvendo?
- Como você escolheu esse tema — foi uma ideia sua, do professor, ou veio de outra experiência?
- Em que fase você está agora e qual é o maior desafio?
- O TCC está sendo desenvolvido sozinho ou em dupla?
- O que você faria diferente se pudesse começar do zero?
- O que você recomenda para um calouro que ainda está longe do TCC mas quer se preparar desde já?
Grupos sorteados
Grupo 1 – Iniciação científica
| # | Nome |
|---|---|
| 1 | Maria Eduarda Silva Gomes |
| 2 | Júlio César da Silva Santos |
| 3 | Cauã de Souza Duarte Fonseca |
| 4 | Ana Luísa Mendes Cordeiro |
| 5 | Euller Vieira Pereira |
Grupo 2 – Extensão
| # | Nome |
|---|---|
| 1 | João Vítor Morais Ferreira |
| 2 | Iago Kelssen dos Santos Sarmento |
| 3 | Cauã Godoy da Costa |
| 4 | Francisco Rodrigues de Oliveira |
| 5 | Carlos Henrique Coelho Fiuza |
Grupo 3 – Monitoria
| # | Nome |
|---|---|
| 1 | Daros Panagiotis Silva Varmaxidis |
| 2 | Ana Heloísa Silva Belchior |
| 3 | Gustavo Freitas Matos |
| 4 | Maria Paula Lages da Silva |
| 5 | Luiz Filipe de Paula |
Grupo 4 - Eventos Técnicos
| # | Nome |
|---|---|
| 1 | David do Nascimento Santos Silva |
| 2 | Geraldo Faouz |
| 3 | Ramon Schroeder Lopes |
| 4 | Leidson Fernando Martins Cunha |
| 5 | Miqueias Henrique Carvalho Sousa |
Grupo 5 – Intercâmbio
| # | Nome |
|---|---|
| 1 | Erick Fernandes Campos Lima Rodrigues |
| 2 | Felipe Amorim Simoes de Souza |
| 3 | Guilherme Ferreira |
| 4 | Caio Zanotti |
| 5 | Maria Eduarda Reis do Vale Ribeiro |
Grupo 6 – Grupos de Competição
| # | Nome |
|---|---|
| 1 | Daniel Fernandes Turibio |
| 2 | Gabriel Freitas de Oliveira |
| 3 | Maria Clara Lopes Nunes |
| 4 | Gustavo Junio da Silva |
| 5 | Victor Emmanuel Nogueira Lourindo |
Grupo 7 – Estágio
| # | Nome |
|---|---|
| 1 | Vinícius Pereira Almeida |
| 2 | Aline Cristina Juvenal de Paula |
| 3 | Iago Filipe da Silva Firmino |
| 4 | Letícia Franciele da Silva |
| 5 | Gabriel Mourão Ohnesorge Giffoni |
Grupo 8 – Empresa Júnior
| # | Nome |
|---|---|
| 1 | Esdras Raphaell Sá de Moura |
| 2 | Maria Aparecida Martins |
| 3 | Kaio Krysley dos Reis |
| 4 | Rafael Guimarães Gomes |
| 5 | Antônio Barros Alvares da Silva |
Grupo 9 – Trabalho de Conclusão de Curso
| # | Nome |
|---|---|
| 1 | Fernando Alves dos Reis |
| 2 | Samuel Marcos da Cunha |
| 3 | Gustavo Carvalho Sanglard Zanute |
| 4 | Pedro Gazeto Galera |
| 5 | Jorge Aparecido dos Santos Soares |
Cronograma de apresentações
A ordem das apresentações foi sorteada e seguirá a seguinte sequência:
- Grupo 2
- Grupo 5
- Grupo 8
- Grupo 6
- Grupo 9
- Grupo 3
- Grupo 1
- Grupo 4
- Grupo 7
Segue a tabela com as datas previstas para as apresentações:
| Data | Grupos a apresentar |
|---|---|
| 19/05 | Grupo 2, Grupo 5, Grupo 8, Grupo 6 |
| 26/05 | Grupo 9, Grupo 3, Grupo 1, Grupo 4, Grupo 7 |
Bom trabalho!